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política de dispositivos e MDM

Política de dispositivos e MDM: mais eficiência e transparência no seu negócio

Diversas empresas já contam com a mobilidade corporativa – ou seja, o uso de aparelhos como smartphones e tablets em suas atividades. Dessa forma, é possível ter muito mais produtividade, agilizar processos e automatizar tarefas. No entanto, frequentemente uma parte importante deste sistema acaba sendo esquecida: a política de dispositivos.

Saiba o que é esse regulamento, qual a sua função dentro de uma corporação e como, quando unido à gestão de dispositivos móveis, ele pode assegurar o bom uso dos aparelhos corporativos.

O que é uma política de dispositivos

A política de dispositivos pode ser definida como as diretrizes que irão guiar a uso dos celulares, smartphones, tablets e demais aparelhos móveis que a sua empresa possui. Nesse documento devem estar contidas todas as informações relevantes sobre a mobilidade corporativa da sua corporação.

É importante que esse regulamento esteja disponível e acessível para todos de forma fácil e rápida – por exemplo, disponibilizado em um servidor na nuvem. Além disso, lembre-se de incluir na política de dispositivos todas as situações, problemas, e demais especificidades que a sua empresa encontra no uso de celular corporativo.

Qual a utilidade da política de dispositivos

Mas na prática, para que serve isso tudo? A política de dispositivos é fundamental para o planejamento e para a estratégia da mobilidade corporativa. É ela que guia as ações e diz o que pode (e não pode) ser feito.

Imagine navegar sem um mapa – você não saberia para onde ir nem o que poderia encontrar no caminho. Não contar com uma política de uso e gestão dos aparelhos móveis possui o mesmo efeito na mobilidade corporativa da sua empresa. Por isso é tão importante gerenciar smartphones e tablets, assim como a forma com que são utilizados.

Os benefícios que a política de dispositivos móveis corporativos pode trazer à sua empresa são muitos; entre os principais destacam-se:

  • Informar todas na empresa sobre o que é a mobilidade corporativa e qual o seu objetivo na corporação;
  • Deixar claro quais os procedimentos e normas de uso dos aparelhos, o que aumenta a produtividade da utilização deles;
  • Informar como agir em caso de problemas/falhas, que agiliza o processo de suporte técnico;
  • Explicitar as consequências da utilização indevida dos dispositivos e evitar que isso ocorra;
  • Estabelecer uma relação de transparência e confiança sobre o uso dos smartphones/tablets da empresa.
  • Ajudar a prevenir questões legais e trabalhistas, pois minimiza a incidência do uso indevido dos aparelhos.

Ou seja, de forma geral, a política de dispositivos móveis oferece os fundamentos para que o uso dos smartphones e/ou tablets ocorra da forma mais eficiente possível. Ela traz informações pertinentes, atua como um guia de procedimentos e registra todas especificidades que o seu negócio pode ter com relação à mobilidade corporativa.

O que a política da sua empresa precisa ter

Agora que você já sabe qual a função de uma política de dispositivos e de que forma ela pode ajudar a sua empresa, é preciso conhecer quais itens são essenciais para que esse documento seja realmente útil.

Aqui, no entanto, é importante ressaltar que não há uma “fórmula pronta”. Você deve pensar sempre em como é a realidade da sua empresa, em como os dispositivos serão usados e como é a rotina de gestores, colaboradores, da equipe de TI e demais envolvidos com os dispositivos.

Dito isso, confira alguns itens básicos que devem constar na política de aparelhos móveis corporativos da maioria das empresas:

  • Estipule que tipo de aparelhos podem ser utilizados (marcas, modelos, sistemas operacionais etc);
  • Cite quais os cargos/setores dos colaboradores que poderão usar os celulares, smartphones e tablets na empresa;
  • Defina claramente quais dados podem ser transferidos/acessados e como isso será feito (através de servidor interno ou serviço de armazenamento na nuvem, por exemplo);
  • Explique qual será o papel da equipe de TI (ou outro setor responsável) no suporte, reparo e gestão dos aparelhos;
  • Relate quais comportamentos são inapropriados (acesso a certos tipos de páginas e uso de algum tipo de aplicativo, por exemplo);
  • Inclua um item sobre segurança de dados falando sobre armazenamento, acesso, distribuição e uso dessas informações (tanto para dados da empresa quanto dos colaboradores).

Além desses itens, outro que pode estar incluso é explicar a forma com que o gerenciamento de dispositivos móveis será realizado. Contar com uma ferramenta que possibilite que isso seja realizado de forma automática, online e massiva é a melhor opção.

No caso da solução da Pulsus, por exemplo, é possível liberar acesso a apenas páginas específicas, atualizar apps remotamente (bem como definir quais podem ser usados), saber a localização dos dispositivos em tempo real e ainda bloqueá-los em caso de necessidade.

Se você quiser saber mais sobre como a Pulsus pode ajudar a sua empresa a revolucionar a mobilidade corporativa, teste a nossa ferramenta gratuitamente clicando aqui!