• Inglês
  • Espanhol
mdm mam mcm

MDM, MAM e MCM: quais as diferenças entre eles?

Embora as siglas sejam parecidas, MDM, MAM e MCM são diferentes formas de uma empresa organizar e aperfeiçoar a maneira como utilizam dispositivos móveis corporativos. Neste post, saiba o que são, suas diferenças, quando usar cada uma e qual escolher para o seu negócio!

O que é MDM

Para saber o que é MDM basta analisar o significado da sigla: Mobile Device Management, ou Gerenciador de Dispositivos Móveis, em tradução. Portanto, esse tipo de solução proporciona controle sobre diversos aspectos de celulares e tablets corporativos, como configurações, aplicativos, restrições de uso, entre outras.

Enquanto em outros países o MDM costuma ser mais focado em segurança da informação, aqui no Brasil ele incorpora diversos elementos, inclusive de MAM e MCM (que você entende melhor logo abaixo).

Dessa forma, um gerenciador de dispositivos móveis não proporciona apenas segurança, mas também otimiza o uso dos aparelhos, maximizando a produtividade, facilitando configuração deles e, consequentemente, reduzindo custos para a companhia.

Além disso, o MDM garante que todos os aparelhos de uma empresa terão as mesmas configurações necessárias para o uso, permitindo que essa adaptação seja feita de forma massiva e remota.

Por isso, um gerenciador de dispositivos móveis costuma ser a opção mais completa para quem busca ter uma gestão eficiente, segura e ágil dos aparelhos corporativos.

O que é MAM

A sigla vem do termo Mobile Application Management e, por isso, tem foco na gestão dos aplicativos utilizados nos smartphones e tablets corporativos. Algumas soluções de MDM também incorporam aspectos de MAM, mas é possível contar apenas com um gestor de aplicações.

Esse tipo de solução é geralmente escolhido por empresas que permitem que os colaboradores utilizem seus próprios smartphones e tablets, no sistema de BYOD (traga seu próprio aparelho, da sigla em inglês).

Com uma ferramenta de MAM, o departamento de TI consegue gerenciar apenas os aplicativos corporativos dos aparelhos – como e-mail, contatos de negócio, calendário, entre outros. Demais apps de caráter pessoal ficam livres para uso.

Os gerenciadores de aplicações, portanto, são úteis para empresas que além de contarem com o sistema BYOD, também buscam proteger informações empresariais e resguardar os colaboradores sobre possíveis quebras de acordo de privacidade dos dados contidos nos aparelhos.

O que é MCM

Já o MCM é a sigla de Mobile Content Management (Gerenciador de Conteúdo Móvel). Como o nome indica, esse tipo de software é pensado para organizar o acesso às informações por meio dos smartphones e tablets.

Ou seja: um MCM define que para que alguém acesse algum arquivo, antes é necessário inserir alguma informação de identificação (nome de usuário, senha, endereço IP, número de identificação do aparelho, entre outros).

Diferentemente de um MAM, nesse caso os dispositivos contam com aplicativos específicos para criar esse tipo de “barreira de segurança” e que, por isso, precisam também dessas informações específicas.

Assim, por exemplo, evita-se que outras pessoas que não um colaborador da empresa possam acessar dados sigilosos e sensíveis pertencentes à companhia.

MDM, MAM e MCM: qual escolher?

A resposta, claro, depende de qual é a necessidade da sua empresa. Se o que você precisa é somente controlar alguns apps corporativos em aparelhos dos próprios colaboradores, então um MAM pode ser suficiente (no entanto, nesse caso é preciso levar em conta normas e leis de privacidade).

Já para companhias que buscam apenas garantir que nenhum dado será acessado de forma indevida, mas sem aplicar formas mais complexas e profundas de gestão dos aparelhos, o MCM é uma boa aposta.

No caso de quem busca uma solução completa, que englobe todos os elementos acima, e ainda permita mais personalização e efetividade na hora de gerenciar os dispositivos móveis corporativos, o melhor é contar com uma solução de MDM.

, ,